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Na última segunda-feira, dia 05 de fevereiro, o deputado Campos Machado, presidente estadual e secretário-geral da Executiva Nacional do PTB, recebeu, em seu escritório político em São Paulo, a visita de representantes da Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo. Visitaram o deputado a presidente da entidade, Cleusa Maria Lucon, a Dra. Helena Goldman, o Dr. Luiz Carlos Camargo, Percy Corrêa Vieira, geólogo e ex-diretor do Instituto Geológico do Estado de São Paulo, Manoel Carlos Marques Leme, pesquisador científico, e o advogado Sebastião Luiz Amorim, ex-desembargador e ex-presidente da Associação Paulista de Magistrados – APAMAGIS.

No encontro, a presidente da associação, Cleusa Maria, deixou clara sua posição favorável à PEC 05, que foi apresentada na Assembleia Legislativa paulista, em novembro de 2016, pelo deputado Campos Machado, beneficiando diversas categorias, entre elas os fiscais de renda, professores universitários, delegados da polícia civil e outras.

Campos Machado disse ter ficado muito feliz com o apoio da associação e destacou ainda que a participação dessa categoria irá fortalecer – e muito – a luta pela aprovação da PEC 05: “É muito importante para nós o apoio dessa respeitada categoria, nesse momento em que, com a volta dos trabalhos legislativos, precisamos de força máxima para aprovar a proposta”.

A PEC 05 tem o apoio de 20 dos vinte e um partidos com representação no Legislativo Paulista, e corrige um problema histórico, pois profissionais altamente qualificados acabam abandonando o serviço público, desmotivados pelos baixos salários, como é o caso de médicos em cidades menores. Além disso, ele beneficia outras categorias, como professores universitários e agentes de renda.

A vinculação do teto salarial de servidores públicos, tanto do Estado como de municípios, aos salários do governador e de prefeitos tem, historicamente, deixado uma insegurança jurídica aos profissionais de maior nível nos serviços públicos. Os salários dos chefes do executivo são definidos politicamente, pois um governador ou um prefeito pode, muito bem, decidir rebaixar seu próprio salário e, assim, acabar afetando muitas carreiras de servidores, que têm seus vencimentos vinculados aos do chefe do Poder Executivo.